08/12/2015

D-15 - Didatica Geral: Avaliação

Reflexões Sobre a Avaliação na Escola Infantil

AVALIAÇÃO ESCOLAR

história da educação de surdos

ENCONTRO CRIANCAS SURDAS (RIT TV 08/10/2010)

Sou Surda e Não Sabia [Sourds et Malentendus]

Gramática De Libras

Estrutura Gramatical da LIBRAS por Ronice Quadros

Jornal Visual 24/04/2012

Prof Fernando Capovilla defende escolas específicas bilíngues para crian...

Responsabilidade Social e Meio Ambiente

O conteúdo apresentado nesta disciplina engloba os seguintes assuntos:
  • Panorama Mundial e nacional - Ecossistema
O conteúdo apresentado neste tema consiste em uma analise sobre ecossistema, em uma perspectiva mundial e nacional e envolve a importância de atuarmos, seja como individuo, governo ou empresa, de forma social ou ambientalmente responsável visando a sustentabilidade. Para compreendermos este cenário, são contextualizados diversos conceitos, além de ser analisada a importância de preservar e conservar  o ecossistemas  para a manutenção da harmonia planetária, bem como o funcionamento destes sistemas naturais e os reflexos das ações humanas na sua manutenção e na sua degradação.    
  • Panorama Mundial e nacional - Mudanças Climáticas e a Atuação dos Organismos Internacionais
Fatores cruciais que envolvem as mudanças climáticas são a emissão, cada vez mais crescente, de gases de efeito estufa e a influencia do ser humano sobre estas alterações ambientais

Como funciona um ecossistema

A História das Coisas (versão brasileira)

Como a crise econômica mundial afetou o mercado corporativo após 2008

ECOL TIJOLOS ECOLÓGICOS SÃO PEDRO, EMPRESÁRIOS DE SUCESSO VTV SBT

06/12/2015

Estrutura e Organização da Educação Brasileira

Reconhecer e analisar criticamente a estrutura, organização e funcionamento da educação básica brasileira.
Conhecer a legislação educacional brasileira, em consonância com a realidade sócio-histórica do país e do mundo.

Os assuntos abordados nesta disciplina são:
  • A Educação no Contexto da Pós-Modernidade
A modernidade começa quando espaço e o tempo são separados da prática da vida em si, e assim podem ser teorizados como categorias distintas e mutuamente independentes da estratégia e da ação; quando deixam de ser, como eram ao longo dos séculos pré-modernos, aspectos entrelaçados e dificilmente distinguíveis da experiência vivida, presos numa estável e aparentemente invulnerável correspondência biunívoca. Na modernidade, o tempo tem história... (BAUMAN, 2001, p. 15).
  • A Educação Escolar Pública


Diante da globalização econômica, da transformação dos meios de produção e do avanço acelerado da ciência e da tecnologia, a educação escolar precisa oferecer respostas concretas à sociedade, formando quadros profissionais para o desenvolvimento e para a geração de riquezas que sejam capazes, também, de participar criticamente desse processo (LIBÂNEO; OLIVEIRA; TOSCHI, 2012, p. 131).
  • Educação para a Democracia
Ao resgatar o processo histórico de formulação políticas educacionais, remete-se às discussões no campo político, econômico, social e cultural e às tensões entre propostas liberais e conservadoras. Percebe-se que ideais como a educação para a cidadania e a construção de uma sociedade democrática estão em jogo durante toda a história da república brasileira. Em todos os tempos existem conflitos de interesses envolvendo a qualidade do ensino, o seu financiamento e a sua abrangência. Nesse jogo de poder estão interesses de professores, grupos políticos, setores organizados da sociedade civil, grupos religiosos, entidades de classe e capitalistas. Em certa medida alguns se aproximam ou se distanciam da educação voltada para a cidadania e a construção de uma sociedade democrática, daí a importância de se entender, avaliar e questionar as atuais políticas.
  • Políticas Educacionais Contemporâneas
Libâneo (2012, p. 15) elenca as principais relações entre o documento histórico denominado "Declaração Mundial da Conferência de Jomtien" e as políticas e diretrizes dos últimos vinte anos da educação brasileira. O conteúdo da "Declaração" esteve presente nas políticas e diretrizes para a educação do Governo FHC (1995-1998; 1999-2002) e do Governo Lula (2003-2006; 2007-2010), e recentemente no Governo Dilma (2011-2014) tais como: universalização do acesso escolar, financiamento e repasse de recursos financeiros, descentralização da gestão, Parâmetros Curriculares Nacionais, educação a distância, sistema nacional de avaliação, políticas do livro didático, Lei de Diretrizes e Bases (Lei n. 9.394/1996), entre outras. Para o autor é evidente que as políticas educacionais no Brasil, elaboradas a partir da "Declaração de Jomtien", selaram o destino da escola pública brasileira e seu declínio.
  • Os Planos de Educação: Metas e Compromissos
O Projeto de Lei 8.035/2010 que aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 estabelece, ainda, estratégias para alcançar a universalização do ensino de quatro a dezessete anos, prevista na Emenda Constitucional nº 59, de 2009. Entre outras providências, ele prevê a universalização e ampliação do acesso e atendimento em todos os níveis educacionais, bem como o incentivo à formação inicial e continuada de professores e profissionais da educação em geral, avaliação e acompanhamento periódico e individualizado de estudantes, professores, profissionais, gestores e demais profissionais na área da educação e estímulo e expansão do estágio.
  • Sistemas de Avaliação da Educação Brasileira
Sobre o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, Castro (2009) destaca que, no Brasil, o desenvolvimento de um sistema é bastante recente. Ainda segundo a autora, até o início dos anos 1990, com a exceção do sistema de avaliação da pós-graduação sob a responsabilidade da Capes, as políticas educacionais eram formuladas e implementadas sem qualquer avaliação sistemática. O principal desafio das avaliações é garantir que o uso dos resultados sirva para melhorar a sala de aula e a formação dos professores, a fim de atingir padrões de qualidade compatíveis com as novas exigências da sociedade do conhecimento. Destaca-se ainda que, além das avaliações nacionais, vários estados e municípios também organizaram sistemas locais e regionais de avaliação das aprendizagens.
  • O Magistério e a Estrutura e Organização do Ensino no Brasil


Segundo Libâneo, Oliveira e Toschi (2012), investir em formação profissional e valorização da carreira docente é primordial para a superação do desprestígio social ao qual os professores são submetidos. É muito importante que as políticas de profissionalização do magistério promovam um sistema mais participativo e inovador de formação continuada que garanta a complementação, a atualização e a melhoria das competências dos professores, dirigentes e especialistas em exercício. Para os autores, no momento atual, é necessária uma política educacional não só que trate da formação inicial e também das condições de trabalho, remuneração, carreira e formação continuada dos docentes, mas que seja atraente para os jovens e promova uma cultura de valorização profissional permanente. Cuidar da valorização dos docentes é uma das principais medidas para a melhoria da qualidade do ensino ministrado a crianças e jovens.

  • Financiamento, Níveis e Modalidade de Educação e de Ensino no Brasil



A necessidade de uma política de financiamento que atendesse a toda a educação básica e não apenas ao ensino fundamental resultou na Proposta de Emenda Constitucional para a criação do Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, em substituição ao Fundef. Em vigor de janeiro de 2007 até 2020, o Fundeb passou a garantir o acompanhamento e o controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos e financiamentos da educação em todas as suas etapas e modalidades, em escalas federal, estadual e municipal.
  • Princípios da Gestão Democrática na Escola

Libâneo, Oliveira e Toschi (2012) pontuam que é possível resistir a formas conservadoras de organização e gestão. A participação é o principal meio para assegurar a gestão democrática, possibilitando o envolvimento de todos os integrantes na organização e no funcionamento da escola. Entre os principais princípios de uma gestão escolar participativa estão: a autonomia da escola e da comunidade no processo escolar; a relação orgânica entre a direção e a participação dos membros da equipe escolar; o envolvimento da comunidade escolar; o planejamento; a formação continuada; a avaliação compartilhada; as relações humanas produtivas e criativas.
Para atingir essas finalidades, as instituições determinam papéis e responsabilidades para o conselho da escola, a direção, o setor técnico-administrativo, o setor pedagógico, as instituições auxiliares e o corpo docente. Enfim, como toda instituição, as escolas buscam resultados, o que implica uma ação racional, estruturada e coordenada. Desse modo, constitui-se como desafio da escola a complexidade do processo de ensino, que, para seu desenvolvimento, faz-se necessário que o gestor saiba redistribuir funções, descentralizando atribuições, a fim de organizar cada setor, compartilhando responsabilidades e estimulando a equipe envolvida.
  • Competências Profissionais para as Práticas de Gestão
Uma das formas mais democráticas de ingresso de diretores na escola pública é mediante eleições diretas. Dessa forma, o diretor pode ser escolhido diretamente pela comunidade escolar, que define e analisa as competências profissionais de cada um dos candidatos, ou então com processos que combinam eleição direta, provas, planos de trabalhos, análise de competências etc. Embora esse seja um processo legítimo de participação democrática na escola, muitas vezes ele está assentado em interesses políticos. Ou seja, nem mesmo as eleições são capazes de garantir em si mesmas a democratização da gestão escolar, embora representem um importante instrumento de participação da comunidade escolar.
De acordo com Dourado (2004, p. 49-51), a complexidade das tarefas de gestão e organização da escola, o avanço teórico-prático da educação e de sua gestão, a democratização das relações escolares e a rediscussão das formas de escolha dos diretores começam a interferir nessa lógica tradicional de gestão. Isso quer dizer que a organização e a gestão da escola passam a ser assunto dos diferentes segmentos que compõem as comunidades local e escolar.


Educação e Diversidade

" Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende,
isso entra na cabeça dele.
Se você falar com ele em sua própria linguagem,
você atinge seu coração."
Nelson Mandela

Educação e diversidade estuda assuntos voltados para:
  • Multiculturalismo e Educação;
" É indispensável instrumentalizar didaticamente a escola para trabalhar com a diversidade. transformar a diversidade conhecida e reconhecida em uma vantagem pedagógica: este me
parece ser o grande desafio do futuro."
Emília Ferreiro

  • A escola como espaço de reafirmação de direitos;
"Assim como não se pode colocar em contraposição o tradicional e o moderno,
também não se pode contrapor o culto, o popular, a cultura de massa.
É necessário afirmar a existência de um processo de hibridização
cultural que abarca distintas misturas culturais."
Vera Candau
  • Formação docente em uma perspectiva multicultural
"Sem dúvida, pluralidade vive-se, ensina-se e aprende-se.
É trabalho de construção, no qual o envolvimento de todos
se dá pelo respeito e pela própria constatação de que, sem o outro,
nada se sabe sobre ele, a não ser o que a própria imaginação fornece."
PCN, Brasil
  • Questões étnico-raciais na escola;
" O grande desafio da escola é reconhecer a diversidade
como parte inseparável da identidade nacional e dar a conhecer
a riqueza representada por essa diversidade etnocultural
que compõe o patrimônio sociocultural brasileiro."
PCN, Brasil
  • Gênero, sexualidade e diversidade na escola;
" De fato, a igualdade não esta oposta à diferença, e sim à desigualdade,
e diferença não se opõe à igualdade, e sim à padronização,
à produção em serie, à uniformidade, a sempre o 'mesmo', a 'mesmice"'.
BOA VENTURA
  • Diversidade cultural e religiosa no contexto escolar;
" Os outros são os que se confrontam com estas maneiras de situar-mos no mundo,
por sua classe social, etnia, religião, valores, tradições, etc."
CANDAU
  • Diversidade, justiça e inclusão na escola
" A educação intercultural surge não somente por razões pedagógicas, principalmente
por motivos sociais, políticos, ideológicos e culturais."
JORDAN
  • Pluralidade cultural e a construção do currículo escolar.
" A escola está chamada a ser nos próximos anos, mais do que um lócus de apropriação
de conhecimento socialmente relevante e cientifico, um espaço de dialogo
entre diferentes saberes cientifico, social, esolar etc. - a linguagens."
CANDAU



Desafio Profissional

É uma proposta avaliativa baseada em problemas que visa o desenvolvimento de competências acadêmicas e profissionais relacionadas a um conjunto de saberes evidenciados em um bloco de disciplinas curriculares.

Objetivos do Desafio Profissional

  • Romper com modelo tradicional de avaliação pautado em conteúdos estritamente curriculares, sistemáticos, lineares e que evidenciam um padrão de resposta indissociável do conteúdo;
  • Formar profissionais capazes de confiar mais em sua qualificação e em suas competências, aptos a competir em cenários complexos, de resolver problemas que por sua natureza e frequência são prototípicos de cada cenário;

HISTÓRIA DA MATEMÁTICA UMA FERRAMENTA PARA O DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM

Introdução 

A matemática está presente em quase todas as ações do dia-a-dia, ela faz parte do cotidiano e da história. Esta disciplina está na vida do homem desde os tempos antigos, por isso, é necessário que se utilize a História da Matemática, no processo de aprendizagem matemático, para que está ferramenta instigue e possibilite um melhor entendimento do estudo matemático. Há um crescente movimento em busca de novas metodologias de ensino, e a História da Matemática é umas dessas tendências, pois ela auxilia na construção do conhecimento e na evolução dos conceitos matemáticos. É importante frisar que a construção do que é estudado hoje, passou por um longo processo histórico, até chegar a atualidade, e que muitas descobertas que foram feitas há muito tempo vem sendo usadas até hoje. Este estudo tem por objetivo, demonstrar que a matemática vem inovando seu modo de ensinar, para que os professores tenham novas maneiras de transmitir o conhecimento matemático, demonstrando a partir desses princípios que a matemática faz parte do cotidiano ao longo da evolução histórica da humanidade.  Ensinar matemática de forma isolada das demais áreas do conhecimento, explorar conhecimentos matemáticos apenas como pré-requisitos para depois ensinar mais matemática, não contribui muito para a formação do aluno. Segundo Cavalcante (2002, p.84)

[...]a matemática traz grandes contribuições para o desenvolvimento do aluno,
pois ela tem relações estreitas com diversas áreas do conhecimento
e da atividade humana.

A partir disto, é bom ressaltar que a exploração história da matemática de forma equilibrada e articulada, poderá auxiliar o professor no desenvolvimento do aluno, pois dessa forma haverá um trabalhado interdisciplinar.
A história da matemática pode ser usada como ferramenta didática, agindo como instrumento que contextualiza , humaniza, motiva e ajuda a formalizar conceitos. Ela é fundamental para expor como teorias e práticas matemáticas foram criadas, cada uma em determinado tempo, ela é um recurso didático que contribui para o aprimoramento e a valorização do aprendizado matemático, auxiliando a desenvolver uma motivação maior por parte dos alunos em relação ao que está sendo estudado. De acordo com Groenwald (2004, p.47).

O enfoque histórico é uma proposta metodológica que permite ao aluno descobrir
a gênese dos conceitos e métodos que aprenderá em aula. Em outras palavras este
enfoque permitirá ao aluno fazer relação das ideias matemáticas desenvolvidas
em sala de aula com suas origens. O conhecimento da história da matemática
proporciona uma visão dinâmica da evolução dessa disciplina,
buscando as ideias originais em toda sua essência.

A matemática está entrelaçada com a história e o desenvolvimento das civilizações, e nessa linha de pensamento que vários pesquisadores apontam a história da matemática como uma ferramenta capaz de contribuir no processo de ensino aprendizagem da matemática, pois ela pode ser relacionada com várias situações dentro da construção do conhecimento, conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNS (1999, p.42)

A história da matemática pode oferecer uma importante contribuição ao processo
de ensino e aprendizagem dessa área do conhecimento.  Ao revelar a matemática
como uma condição humana, ao mostrar as necessidades e preocupações de diferentes
culturas, em diferentes momentos históricos, ao estabelecer comparações entre conceitos
e processos matemáticos do passado e do presente, o professor cria condições para que
o aluno desenvolva atitudes e valores mais favoráveis diante desse conhecimento.
Além disso, conceitos abordados em conexão com sua história constituem veículos de
informação cultural, sociológica e antropológica de grande valor formativo.
A história da matemática é, nesse sentido, um instrumento de resgate da
própria identidade cultural.

Um subsídio para a elaboração das atividades pedagógicas que podem possibilitar uma maior compreensão da linguagem algébrica e matemática é a história da matemática, pois esta disciplina é uma atividade humana, onde conceitos são construídos, linguagens, entre outras características da matemática, mas no desenvolvimento matemático sempre surge entre os alunos questões como: “Para que serve isso?”, “Porque estudar este conteúdo?”. A história da matemática é um campo que permite ao professor de matemática relacionar os conteúdos matemáticos com a história da humanidade, pois contribui em uma melhor abordagem pedagógica. Segundo Miorim (1998, p.69).

A partir da aquisição de conhecimentos histórico e filosófico dos conceitos matemáticos,
o professor tem a possibilidade de diversificar suas técnicas pedagógicas e tornar-se
mais criativo na elaboração de suas aulas, as quais podem provocar
o interesse dos alunos para o estudo da matemática.

As iniciativas de levar a história da matemática para dentro de sala de aula são muito importantes, pois ela cria elementos que podem dar suporte e resultados em diversos conteúdos propostos. Conforme Farago (2003, p.17)

A história da matemática constitui um dos capítulos mais interessantes do conhecimento.
Permite compreender a origem das ideias que deram forma á nossa cultura e observar
também os aspectos humanos do seu desenvolvimento: enxergar os homens que
criaram essas ideias e estudar as circunstancia em que elas se desenvolveram.
Assim, esta história é um valioso instrumento para o ensino aprendizado da
própria matemática. Podemos entender porque cada conceito foi introduzido
nesta ciência e porque, no fundo, ele sempre era algo natural no seu momento

Os estudos históricos da evolução dos conceitos matemáticos produzem discussões referentes a inúmeros conteúdos e propiciam um aprendizado mais amplo. É visto que a história da matemática é uma ferramenta necessária e importante para a elaboração das práticas pedagógicas dos professores, pois todo o conhecimento humano produzido é fruto das interações do homem com o meio em que vive por isso esta ferramenta deve ser utilizada para que os alunos relacionem a matemática como seu cotidiano, com a evolução do homem, com os seus afazeres do dia a dia, para que desperte no aluno o interesse pela matemática e auxilie o professor a vencer várias barreiras no processo de ensino aprendizagem da matemática

Referências
 
BOYER, Carl B. História da Matemática. 2ª edição. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgar Blucher, 1996.
CAVALCANTE, Luiz G. Para Saber Matemática. 2ª edição. Editora Saraiva 2002. D’AMBROSIO, Ubiratan. História da Matemática e Educação. In: Ferreira, Eduardo Sebastiani, Cadernos Cedes 40. Campinas: Papirus, 1996.
FARAGO, Jorge Luiz. Do ensino da História da Matemática a sua contextualização para uma aprendizagem significativa. Editora Moderna, 2003.
GROENWALD, Claudia L.Silva. Perspectivas em Educação Matemática. Canoas: Ulbra, 2004. MIORIM, Miguel A. Introdução á História da Educação Matemática. São Paulo. Editora Atual, 1998.
MIGUEL, Antonio. Três Estudos sobre História e Educação Matemática – Tese de Doutorado – Faculdade de Educação, Unicamp.Campinas, 1993.
Parâmetros Curriculares Nacionais. Secretária de Educação Fundamental. Brasília. MEC, 1999.